Natação para bebês


É sabido que a natação e qualquer outro tipo de estimulação ao bebê auxilia no seu desenvolvimento psicomotor. O bebê já é acostumando ao meio liquido, por este motivo, desde a gestação, são capazes de executar diversos movimentos natatórios, demostrando uma série de reflexos, comuns na primeira infância. Nessa fase, o desenvolvimento o bebê e sensorial, ou seja, para facilitar o aprendizado, devemos estimular os cinco sentidos. E o melhor caminho para alcançar tal objetivo é associar movimento à musicalidade dentro da aula.

A prática da natação para bebês podem ser iniciadas a partir dos 6 meses de idade, desde que, não apresente nenhum quadro impeditivo para a prática e isto deve ser liberado pelo pediatra da criança. Porém, alguns pediatras são contra a inicialização antes de 1 ano de idade, mas para nós profissionais especializados sabemos o quão importante pode ser a prática da natação desde pequenos, e mesmo diante de algumas contrariedades, cada profissional deverá ter o bom senso de analisar caso a caso a inicialização da prática.

Os fatores mais importantes do processo de aprendizagem no ensino da natação para bebês são o auxilio no desenvolvimento da coordenação motora, proporciona ao bebê noções de espaço e tempo, estimula o apetite, aumenta a resistência cardio- respiratória e muscular, tranquiliza o sono, auxilia no tratamento de algumas doenças respiratórias, estimula o convívio social, entre outros.

Dentre os benefícios, preparar o bebê emocionalmente e neurologicamente através do processo de repetição e de ensino- aprendizagem, é fundamental para salvar os bebês de possíveis afogamentos.

Atualmente, alguns casos de afogamento de crianças chamaram a atenção de nossa sociedade para os cuidados e riscos que seu filho corre em estar numa piscina sem a devida segurança. Os afogamentos atingem principalmente, crianças de 1 a 4 anos de idade, por este motivo, é necessário orientar a educação dos pais, profissionais da área e a comunidade sobre a necessidade de prevenção de afogamento e a segurança das crianças em piscinas.

Vale ressaltar que, ao frequentar aulas de natação, o seu filho não irá aprender técnicas específicas, pois as crianças não estão preparadas para aprender técnicas antes dos quarto anos de idade, mas aprenderá, contudo, técnicas de sobrevivência em meio aquático que são: a capacidade de rolar sobre o seu corpo para respirar e permanecer flutuando, e se tiver mais de um ano, continuará o processo de nadar e flutuar sobre as costas até conseguir atingir uma saída para sair da água.

É importante ressaltar que, os bebês podem se afogar com apenas 2 centímetros de água, por isso, para que seu filho não faça parte das estatísticas, é preciso tomar algumas medidas preventivas. Além da supervisão total do adulto, é fundamental incentivar o uso de boias de braço; esvaziar baldes, bacias e banheiras após o uso e armazená-los em locais altos, fechar vasos sanitários e tampar ou esvaziar os tanques, retirar a água das piscinas infantis e vedá-las firmemente com lona.

Os pais jamais devem deixar de vigiar os pequenos, independentemente da idade, durante a recreação na piscina, em banheiras ou em situações que a criança fique com o corpo na água, pois elas são bem ageis e em um segundo, o acidente poderá ocorrer.

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Evelyn de Paula Pereira
Profa. de Educação Física e Psicomotricista
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